O que deve estar num data room antes de uma venda?

O que um comprador vai pedir, numa forma que um comprador consiga usar: dados financeiros coerentes entre si, os contratos que sustentam a receita, pessoas, fiscal, jurídico e propriedade intelectual, cada um completo e fácil de encontrar. As lacunas que mais custam são as silenciosas: um contrato que ninguém arquivou, um ano em falta numa exportação, dois documentos com números diferentes.

Que documentos espera um comprador?

  • Financeiro: contas anuais dos últimos três anos, contas de gestão e números mensais, fundo de maneio, dívida e itens equiparados a dívida, e os ajustamentos por trás do EBITDA do memorando de informação.
  • Comercial: uma lista de clientes com a receita por cliente, os maiores contratos com clientes, preços e descontos, abandono de clientes.
  • Jurídico: documentos societários, contratos relevantes e as respetivas cláusulas de mudança de controlo, garantias, litígios.
  • Fiscal: declarações e liquidações, posições em aberto, a estrutura do grupo.
  • RH: contratos das pessoas-chave, planos de pensões, convenções coletivas de trabalho.
  • Operacional: fornecedores-chave, pontos únicos de falha, prazos de execução.
  • Tecnologia e IA: licenças, a quem pertencem os dados, de que modelos o negócio depende.

A lista exata segue o negócio. Um aumento de capital pede um plano de aplicação de fundos; uma venda, a carteira de encomendas.

E se um documento lá estiver, mas não responder à pergunta?

Então um comprador lê-o como uma lacuna, e pergunta. Uma lista de clientes sem receita por cliente é o caso típico: está no data room, mas não serve para a pergunta que o comprador tem.

E números que se contradizem?

Receita nas contas de gestão diferente da que consta das contas anuais. Um número de colaboradores na exportação de RH que não bate com o processamento salarial. Um comprador vai encontrar as duas fontes. Encontre-as primeiro, e tenha a explicação pronta.

Porque é tão difícil detetar um documento em falta?

Porque uma ausência não deixa rasto. O contrato que ninguém arquivou, o ano em falta na exportação salarial: não há passagem para citar, por isso ninguém tropeça nisso ao ler. Só aparece quando o data room é comparado com uma lista do que um comprador espera.

Quando deve um vendedor começar?

Cedo o suficiente para que a resposta a uma constatação ainda possa ser «já corrigimos». Assim que o data room está no ar, a resposta honesta passa a ser «sabemos, e este é o contexto». As duas funcionam. A primeira vale mais.

Como verifica a Factum um data room?

A Factum lê o data room como um comprador o fará: o que ainda falta, o que não bate certo e que riscos um comprador vai levantar. Cada ponto passa primeiro pela sua equipa, porque um contrato guardado dentro de outro ficheiro pode aparecer como em falta.

Não substitui um relatório de vendor due diligence de um assessor, e não é um serviço de limpeza. Indica o que falta; obtê-lo cabe ao vendedor. Veja o que a IA não consegue fazer.

Para brokers do lado vendedor

  • O data room do seu cliente lido como um comprador o vai ler, antes de o comprador o fazer.
  • Os documentos em falta e as questões em aberto seguem para o seu cliente num único pedido, dentro da plataforma.
  • Números que se contradizem, com as duas fontes identificadas.
  • A sua equipa avalia cada ponto. A Factum não aprova nada.

Mais sobre a Factum para vendedores e brokers.

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Partilhe o data room sob NDA, corremos a leitura completa e recebe as constatações numa chamada, fonte a fonte. Se um sprint não for o instrumento certo, dizemos isso.

A garantia de constatações

Três constatações materiais que a sua equipa ainda não tinha identificado, ou o mandato é gratuito.

Apenas para mandatos-piloto. A garantia não se aplica às demos.